Economia & Finanças

A Empresa Familiar


A Empresa visa melhorar a condição social da família, dividindo tarefas iniciais com a mulher e posteriormente com os filhos.

Ao se objetivar um sonho  sobre uma Empresa existem dificuldades na separação entre o que é intuitivo/emocional e racional, tendendo mais para o primeiro ao se criar um empresa no âmbito familiar.

As tarefas são divididas se encaixando nas qualidades de cada indivíduo da família

 Comando único e centralizado, permitindo reações rápidas em situações de emergência. Estrutura administrativa e operacional “enxuta”. Exigência de dedicação exclusiva dos familiares, priorizando os interesses da empresa. Forte valorização da confiança mútua, independentemente de vínculos familiares, isto é, a formação de laços entre empregados antigos e os proprietários exerce papel importante no desempenho da empresa. Laços afetivos extremamente fortes, influenciando os comportamentos, relacionamentos e decisões da empresa.

 

A importância da Empresa Familiar

Valorização da antiguidade como um atributo que supera a exigência de eficácia ou competência.

Expectativa de alta fidelidade dos empregados, manifestada através de comportamentos como não ter outras atividades profissionais, que não estejam relacionadas com a vida da empresa. Isto pode gerar um comportamento de submissão, sufocando a criatividade.

Jogos de poder, onde muitas vezes vale mais a habilidade política do que a característica ou competência administrativa.Quando as forças de uma família se unem com o objetivo para a formação de uma Empresa, todas as idéias e pensamentos se convergem para essa direção, isso poderá mover enormes barreiras.

 

Quais são as características essenciais do líder de uma empresa familiar – e como adquiri-las?

A Empresa Familiar
A Empresa Familiar

Por que líderes eficazes de uma empresa familiar são ambidestros – eles entendem a necessidade de liderar tanto a família como a empresa e desenvolvem suas habilidades em ambos os contextos.
Por que é essencial aprender a ver a liderança como uma função que pode ser compartilhada com outros, não como um culto à personalidade de um indivíduo.
Como aprender a lidar com dilemas e paradoxos.
Como a formação e o treinamento do novo líder afetam profundamente sua capacidade de reagir a essas provações. O que é teste iterativo e como devem aplicar esse escrutínio implacável a todo possível sucessor.

 

Como altos líderes podem aprender a “abrir mão” e superar as dificuldades que enfrentam quando têm de transferir o poder?

A importância de respeitar o desafio e aceitar que “abrir mão” é a coisa mais difícil que você já fez ou fará. Quais são as muitas forças que conspiram contra o planejamento da sucessão e como ter certeza de que você as compreende.

O que vem depois? Aprendendo a exercer influência por meio da sabedoria e não de um cargo formal.

               

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